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Para deitar sob as estrelas

O que eu mais amo na música é que, assim como nos livros e filmes, ela nos leva para um lugarzinho especial que nossa imaginação faz questão de criar, seja esse lugar feliz, triste, calmo, agitado. Afinal, ninguém nunca disse que especial é sinônimo de feliz né não?

Ultimamente eu ando bem viciada em simplesmente todas as músicas do Jack Johnson. E é justamente sobre ele que eu vou falar nesse post porque, na boa, esse cara merece tudo de bom que possa acontecer na vida de alguém pelo simples fato de fazer músicas tão maravilhosas.

Jack Hody Johnson é um havaiano de 39 anos que encanta o mundo (eu) lançando músicas desde 2001. Antes de meio que se descobrir compondo e cantando ele surfava e acabou fazendo alguns documentários. Eu definitivamente não sei o que o fez começar a carreira como cantor mas agradeço muito por ele ter o feito.

Eu não tenho nem palavras para descrever suas músicas então, aqui vão algumas das que eu mais gosto:

1. Better together

2. Banana pancakes

3. Times like these

4. Dreams be dreams

5. Radiate

Essas músicas não são nem um terço de todas que eu gosto, mas são as que eu mais estou ouvindo ultimamente. Mas e vocês? Já conheciam/gostavam do Jack ou não? Me conta. Os comentários nos deixam com um sorrisão no rosto.

Acredito que por hoje seja isso…

Besitos, Carol

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Recomeço

Eu me sinto muito muito muito (add infinito) envergonhada de estar postando aqui depois de tanto tempo. Sério, eu nem entro no blog mais e desculpa por isso. O wordpress mudou todo o layout do site e eu nem sabia, a Roberta postou sobre o show da Demi e eu nem li, ok, acho que deu pra ter uma leve ideia.

Eu poderia dar mil desculpas e dizer que estava super atarefada durante todos esses meses, mas é uma desculpa tão batida que acho que nem cola mais. Sendo assim, vamos aos motivos que me levaram a essa grande e não intencional pausa:

1. Memória. Eu realmente esqueci que tinha o blog por um grande período de tempo e, quando lembrava, pensava que poderia escrever depois;

2. Escola. Não que eu seja super estudiosa e esteja conseguindo estudar para o vestibular, logo não tenho tempo, ou que a minha escola mande tantos trabalhos que eu não faça nada senão isso. A verdade é que os meus professores estão sendo uns amores (alguns) e raramente pedem algum trabalho que realmente pegue uma parte do meu tempo. Ah, Caroline, então por quê você colocou a escola como um dos motivos desse seu afastamento? Simples: embora eu não esteja fazendo nada das coisas que me deixa ocupada, eu tento fazê-las e é nesse tentar ser organizada para conciliar coisas como o blog e os estudos é que eu me atrapalho toda e acabei dando prioridade à escola;

3. Tempo. Esse malandrinho do tempo anda voando em minhas mãos, deve ser por isso que eu sinto como se tivesse fazendo pouquíssimas coisas;

4.Vida. Parafraseando um amigo meu: “A vida é uma piranhuda.”. E ela é mesmo, é meio óbvio que eu tenho uma vida fora do computador (embora não pareça), então, eu venho me preocupando mais em viver minha vida, sair com meus amigos e me divertir mais, tentar mudar um pouco o jeito de ver as coisas, mas acho que aprofundaria isso em outro post.

Enfim, esses foram os meus motivos. A essa altura do campeonato você deve estar pensando que tudo isso foi uma bosta e que era melhor eu ter ficado sem escrever nada mesmo, devo dizer que meio que concordo contigo. 

Como gosto de ser do contra, quero escrever mais, já que, entendam a gravidade da situação, ultimamente não tenho escrito nada, juro, a última coisa que eu escrevi foi aqui, há 520 anos atrás, então desculpa se esse texto estiver uma merda, é falta de prática.

A questão é que nesses meses que fiquei sem escrever, tanta coisa mudou na minha vida, umas para melhor, outras não tenho certeza ainda, e eu simplesmente não dividi de uma das formas que eu mais gosto: escrevendo aqui. Acredito que todos precisamos mesmo de um tempo as vezes e realmente não faz mal a ninguém, mas quando você começa a se afastar de todas as coisas que você ama, tem que vir de dentro e dar um basta.

Foi mais ou menos o que rolou comigo, como eu já disse, muita coisa aconteceu na minha vida e todas essas coisas e sentimentos foram se acumulando dentro de mim até eu não ter vontade de não fazer mais nada, além de já ter me afastado da escrita, me afastei da dança e, nessa semana chegou a um ponto insustentável. Eu estava afastando tudo o que antes me fazia bem porque elas não estavam mais me fazendo feliz. Fui perdendo a vontade de fazer as coisas a ponto de não me reconhecer mais, sério. 

Entretanto, cá estou eu, escrevendo aqui e tentando dar o primeiro passo para esse grande sacode que to querendo dar em mim mesma. Não vou mentir pra vocês que falar que com certeza eu vou postar toda semana agora e com vários temas diferentes e nem vou fazer essa promessa pela Roberta também, mas quero tentar, isso eu posso garantir.

Subir quando se está afundando requer uma força de vontade muito grande, e é o que eu espero ter. Quero muito que esse blog me ajude nessa, então, se algum de vocês (se é que ainda tem gente que lê o blog ou espera por atualização [se tem, mil desculpas mesmo, sério, nem me deixa saber disso que eu vou me sentir pior -mentira, pode comentando aí]) já passou por uma fase como a que estou passando, tiver algum conselho ou só algum comentário aleatório, não se prenda a vergonha e, por favor, comente, isso nos deixará muito feliz.

Isso é tudo, pessoal.

Besitos, Carol.

 

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Desculpas. De novo.

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Eu sei que faz um tempo (meu Deus, mais de um mês, estou me sentindo uma desnaturada) que nós não postamos, e eu resolvi postar alguma coisa pra, além de nos desculpar, nos justificar. Eu sei que eu falo pela Rô que o nosso maior problema é o tempo. Sério, desculpa mesmo por não ter arrumado tempo para postar aqui antes.

A questão é que isso provavelmente não vai mudar muito daqui pra frente, e, no começo do ano já deveríamos ter avisado isso. Pra quem não sabe, eu e a Roberta estamos no último ano do ensino médio e hiper concentradas em estudar já que, além do vestibular, esse ano tem a Copa, que deixou nosso calendário escolar mais apertado que o de costume, daí junta: provas, trabalhos, TCC e mais uma porrada de coisa que acaba com a gente psicologicamente.

Estava conversando esses dias com a Rô e ela disse que tem algumas ideias para postar aqui, como eu tenho um pouco mais de tempo livre do que ela, mesmo tendo pouco, e aos poucos, conforme eu for conseguindo me organizar (difícil tarefa, to tentando há uns 7 anos já), eu vou tentando postar as ideias dela e as minhas.

Inclusive, quero pedir desculpas também por eu ter, tantas vezes aberto um rascunho no meu celular, ou aqui no blog mesmo e não ter tido concentração, inspiração, criatividade e/ou vontade de escrever algo, sério.

Enfim, é isso, eu espero que vocês compreendam que o blog é mais um passatempo e não um compromisso fixo (acho que por isso temos poucos leitores) apesar de nos sentirmos muito comprometidas (alerta redundância) em tudo o que escrevemos e com todos que param para ler as coisas que escrevemos.

Obrigada mais uma vez por ler e sejam felizes.

Besitos, Carol

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Mais do que o ‘Dia das Mulheres’

“Feliz dia das mulheres”, se você for uma mulher, provavelmente você irá ouvir muito essa frase hoje. Maaass… Parabéns por quê?

Mais um 08 de março chegou, e com ele vem todos aqueles clichês: “Feliz dia das mulheres, sem as mulheres os homens nada seriam”, “Parabéns pra você mulher guerreira”, etc e etc. Mas o dia das mulheres não se resume em um dia específico para parabenizar as mulheres apenas por serem mulheres. Acho que todo mundo já ouviu falar da história das operárias que fizeram greve e morreram carbonizadas dentro da fábrica no dia 08 de março de 1857, certo? Ou então em 1910 com mais greves e lutas por direitos. Enfim, todo mundo sabe que mulheres sempre tiveram que lutar muito por direitos básicos, e o dia 8 de março foi selecionado para nos fazer refletir sobre isso e sobre todas as outras questões feministas. Mesmo depois de mais de 100 anos lutando por direitos e igualdades, nós mulheres, ainda não somos tratadas de tal forma. Ainda somos vítimas de abusos, violência doméstica, opressão moral, estupros, recebemos menores salários, somos vistas como objeto sexual, e ainda querem decidir por nós se vamos ou não ter um filho que está dentro de nós e não deles. Não somos livres nem para escolher a roupa que iremos sair de casa, pois se você usar uma roupa muito curta ou muito justa poderá ser assediada ou então ser chamada de vadia. Deixamos que estipulem por nós a quantidade de homens que podemos ficar em uma noite, ou em uma vida, e se ultrapassarmos o limite estipulado somos vistas como vagabundas. Temos uma lei que só tem nome, mas que na prática não nos protege de agressões físicas, há mulheres que apanham até não poder mais, até que as matem e assim deixam filhos, sonhos, família, e uma vida inteira no vão. Então, pare e pense. Pense em tudo o que você, mulher, é para si mesma e para o resto da sociedade. Pense nos seus direitos, e lute por eles, pois você pode sim sair com o seu shorts curtinho e usar aquela sua blusa com decote porque isso não convite pra macho. Denuncie! Abuso sexual e agressão física são crimes, e quem pratica não pode ficar solto por aí. Trabalhe, pois isso é uma das maiores conquistas femininas e isso te torna independente de qualquer pessoa. Beije, faça sexo com quem desejar, o corpo é seu e de mais ninguém, portanto, você decide o que fazer com ele e com quem fazer, se você está solteira, meu bem, não tem problema algum.

Não venha nos chamar de sexo frágil, nós somos sim mais fortes, mais espertas e mais inteligentes. Não são eles quem tem que escutar piadinhas machistas e totalmente sem graça, cantadas nojentas, não são eles que suportam a dor e as consequências de um parto, menstruam todo mês, cuidam da casa dos filhos, marido,trabalho, e ainda tem que arranjar um tempo pra andar arrumada porque se for desleixada logo é criticada. Então, parabéns mulheres. Não só por hoje, parabéns por todos os dias, por todas as lutas, por todas as dores e preconceitos sofridos. Nós somos incríveis, bem mais do que imaginamos.

E para os homens, quando forem parabenizar as mulheres hoje não digam apenas que elas são especiais e mais fortes do que vocês ou apenas cheguem com um buquê de flores, pois mulheres querem mais do que isso, mulheres querem RESPEITO!

(Roberta Tokunaga)


“Já é tarde, tudo está certo
Cada coisa posta em seu lugar
Filho dorme ela arruma o uniforme
Tudo pronto pra quando despertar
O ensejo a fez tão prendada
Ela foi educada pra cuidar e servir
De costume esquecia-se dela
Sempre a última a sair…

Disfarça e segue em frente
Todo dia até cansar
Uooh!
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa
Assume o jogo
Faz questão de se cuidar
Uooh!
Nem serva, nem objeto
Já não quer ser o outro
Hoje ela é um também

A despeito de tanto mestrado
Ganha menos que o namorado
E não entende porque
Tem talento de equilibrista
Ela é muita se você quer saber
Hoje aos 30 é melhor que aos 18
Nem Balzac poderia prever
Depois do lar, do trabalho e dos filhos
Ainda vai pra night ferver.”

Desconstruindo Amélia – Pitty

Mexo, remexo na inquisição
Só quem já morreu na fogueira
Sabe o que é ser carvão
Uh! Uh! Uh! Uh!

Eu sou pau pra toda obra
Deus dá asas à minha cobra
Hum! Hum! Hum! Hum!
Minha força não é bruta
Não sou freira
Nem sou puta

Porque nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho
Que muito homem
Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho
Que muito homem…

Ratatá! Ratatá! Ratatá!
Taratá! Taratá!

Sou rainha do meu tanque
Sou Pagu indignada no palanque
Hanhan! Ah! Hanran!
Uh! Uh!
Fama de porra louca
Tudo bem!
Minha mãe é Maria Ninguém
Uh! Uh!

Não sou atriz
Modelo, dançarina
Meu buraco é mais em cima”

Pagu – Rita Lee

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Coisas que eu gostaria de fazer mas não tenho coragem

Fotor011712300 O que você faria se não tivesse medo? O que aconteceria se as palavras “E se…” não existissem? Provavelmente as pessoas seriam mais felizes, porque elas fariam mais as coisas que lhes agradam ao invés de fazer o que elas julgam certo ou o que tem mais chances de dar certo. Eu mesma posso listar as coisas que eu gostaria de fazer mas não tenho coragem, e ainda explicar o por quê eu não tenho coragem de faze-las. Duvida? Lá vai:

– Fazer um mochilão

Morro de vontade de pegar uma mochila, jogar algumas riupas dentro dela, colocar pente, escova e pasta de dente nela e sair. Assim mesmo, sair e ponto. Sem dever explicações, sem certeza pra onde vou, como vou, e nem de quando volto. Não sou de acompanha novelas, mas quando a novela ‘Amor a vida’ começou, meus pais estavam assistindo atentamente a televisão e eu um tanto distraída com o meu jantar, não pude deixar de notar o personagem Nilo. Ele era um mochileiro no Peru ou na Bolívia, não me lembro (avisei que não sou ligada em novelas), que vivia assim, viajando de carona em carona, escalando alpes, vendo as paisagens naturais mais belas, tomando banho de mar, livre, feliz e em paz, com uma sintonia positiva em relação ao mundo e a vida fora desta Babilônia contemporânea. Não é essa a vida que eu quero ter quando eu tiver 40 anos, mas eu gostaria de passar pelo menos um mês assim. Um mês viajando de praia a praia, de cidade a cidade, sem preocupações e sem consumismo, só me sentindo bem comigo mesma, com o mundo e com a vida. Aí você me pergunta: “O que te impede de passar só um mês fazendo isso? Daqui a pouco você completa 18 anos, pega a sua mochila e vai!” e então eu te respondo: Sei que tenho a auto estima baixa, mas isto não tem a ver com auto estima. Isto tem a ver com independência e auto suficiência. Sei que sou independente até certo ponto, mas que ponto é esse? Está pergunta eu não sei responder. E esse é o meu medo: Eu não sei se eu conseguiria viver assim. Confesso que sou mimada, carente e quase sempre tenho alguém a quem recorrer. Mas nas circuntâncias de mochileiro não existe porto seguro. Quem estaria lá comigo? Sei que tenho que ser mais independente, mas pra mim isso tem que acontecer aos poucos e não de uma só vez.

– Doar medula óssea

Eu tinha uma amiga que sofria de leucemia. Ela precisava de doações de medula óssea, mas não conseguia um doador compatível. Aquilo poderia ter a levado a morte. Por gostar muito dela e ver esse sofrimento eu falava que quando fizesse 18 anos eu passaria a ser doadora de medula óssea. Na época eu tinha uns 9 anos. Ano passado assisti a um filme, com os meus primos, em que o personagem principal vai fazer uma doação de medula. Fiquei horrorizada quando vi aquela cena. O homem se contorcia de dor, gritava e chorava. A agulha era enorme e extramamente gorssa, dava até para imaginar o sofrimento dele e a tremenda dor que ele sentia durante o período de repouso. Foi isso, um filme. Um filme que me fez perder a coragem de doar medula óssea. Mas quero compensar isto de alguma forma. Ainda quero ajudar pessoas doentes. Gosto de ajudar, principalmente quem realmente precisa e merece. Deve ser hereditário. Quero dar carinho para crianças com câncer, ser doadora de sangue, e fazer o que mais eu tiver coragem de fazer.

– Deixar a faculdade de lado e virar DJ

Meu Deus, não acredito que estou escrevendo isto ignorando o fato de ser um quase segredo, e sabendo da possibilidade da minha mãe ler isto. Ok. Mãe, não me mate e nem sinta raiva de mim. Mas é que a pressão que a faculdade/vestibular me dá é assustadora. Você sabe, conversamos sobre isto esta semana. E as vezes eu queria não ter que passar por isso, por provas, trabalhos e etc. ODEIO obrigações, e você sabe do meu amor incondicional pela música, aliás este mês faz 3 anos que eu estou na escola de música. E eu também já quis ser DJ quando eu tinha uns 13 anos, lembra? Então, a ideia meio que voltou. Mas eu não teria coragem de largar a faculdade pra isso. Talvez eu vire DJ depois da faculdade HAHAHAHAHA brincadeirinha (Ou não ‘-‘).

– Postar no YouTube um vídeo meu cantando e tocando

Muita gente faz isso, eu acho tão legal.Adoraria fazer o mesmo, a final é uma das coisas que eu mais gosto de fazer. Mas a minha (estúpida) timidez não permite que eu faça isso. Fim de lista. Até porque chega de faltar coragem né, preciso ser mais corajosa. Eu bem que queria ter um segredo para ser mais corajosa e falar para você, querido leitor. Mas eu não tenho, a não ser um “conselho” que eu ouvi um dia por aí: “Você só precisa de uma dose de vodca para ter 10 segundos de coragem insana.” Mas aí fica a critério de cada um optar ou não pela dose de vodca. Eu não me responsabilizo pela embreaguez de ninguém, nem dos meus leitores. P.S.: Se alguém fizer um teste com a vodca, me avise nos comentários.

Roberta Tokunaga

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Mais um ano passou e oque fica de lição?

Para responder esta pergunta foi preciso pensar muito, pois lembrar de 12 meses, de experiências vividas nesse tempo e principalmente do que eu realmente consegui absorver dessas experiências não é fácil. Às vezes nós passamos por algumas situações e no final nós só ficamos tristes ou felizes, ignorando a possibilidade de ter aprendido alguma coisa. É interessante, depois de viver uma nova experiência, parar para pensar porque aquilo aconteceu, se foi bom ou ruim, a possibilidade de acontecer de novo, a possibilidade de você gostar de novo ou não, se poderia ter feito algo para mudar o final da história e etc. Tudo isso para perceber se algo foi aprendido ou não. Tudo bem, tudo bem, pensar de mais pode nos levar a loucura, eu sei. Mas tentar aprender é sempre bom, é no mínimo melhor do que ficar chorando pelos cantos se perguntando “POR QUE??? POR QUE COMIGO???”, a final, as coisas não acontecem só com você, se você pensa assim saiba que o nome disso é egoísmo.

Às vezes nós passamos por situações e acabamos aprendendo absolutamente nada. Pois é, isso acontece, e quando acontece significa que vamos precisar de mais uma (ou mais) experiência parecida com aquela para que você possa finalmente aprender. E não, isso não significa que você seja lerdo ou burro.
E às vezes nós aprendemos e nem percebemos, a gente só se da conta quando aparece outra situação parecida e faz tudo diferente, e quem sabe se sai melhor. Mas a questão é: o que 2013 deixou de lição? Bom, confesso que não me lembro muito bem do primeiro semestre deste ano, ou porque já tem um tempinho, ou porque as coisas que aconteceram no segundo semestre mexeram mais comigo, mas enfim.

Neste ano eu aprendi a ser mais sincera com os outros e comigo mesma. Não adianta negar um sentimento ou um fato de si mesmo, você sabe a verdade e não adianta querer escapar dela tentando se enganar porque isso não vai mudar nada, a verdade vai ser verdade até deixar de ser e não até que você queira que não seja mais verdade, você não pode mudar isso. Portanto, seja sincero consigo mesmo, assim evitará ilusões e se não houver espaço para ilusões sobrará espaço para a auto estima. E sobre ser sincero com os outros é sempre melhor do que mentir e fingir (sim, são coisas diferentes). Mentiras sempre (S.E.M.P.R.E) acabam mal, e fingir pode até parecer a melhor saída algumas vezes, mas não é. Quase sempre é difícil ser sincero com as pessoas, poder falar tudo oque está entalado é uma coisa complicada, mas é melhor do que o sufoco que isso te dá. Tente sempre a conversa, essa é a melhor resolvedora de problemas.

Uma das lições que este ano deixou para mim e que eu tenho certeza de que vou levar para a vida é que o medo é uma mentira. O medo nos faz acreditar em coisas que não são necessariamente verdadeiras. Ele nos faz acreditar em uma coisa que talvez nem exista e que só quer impedir a nossa felicidade. Já tive tanto medo, de tanta coisa que se eu fosse fazer uma lista não saberia por onde começar e nem até onde essa lista iria parar. Alguns desses medos eu acabei enfrentando ou por obrigação ou por curiosidade ou porque o desejo foi maior que o medo, outros desses medos ainda estão na minha lista e eu espero um dia enfrentá-los (quem sabe em 2014?!) assim como eu enfrentei os outros e consegui vencer. Não tenha medo de tentar, não tenha medo de fazer, não tenha medo do novo e nem do feio, vai lá e experimenta! Se atreva mais, se permita mais. Quem sabe dá certo!? E se você gostar?! O medo só deixa as coisas dez mil vezes maiores e piores do que elas realmente são.
Uma lição que 2013 tentou me ensinar, e eu consegui entender tudo direitinho na teoria é: se desconecte. Mas esta eu ainda estou tentando colocar em prática. A internet pode nos ajudar muito e de várias formas, nem vou citar como a internet nos ajuda porque todo mundo já sabe, mas ela também pode nos atrapalhar muito. Este ano eu vi tantos casos de pessoas que de alguma forma se prejudicaram por conta da internet, eu mesma tive um desfavorecimento com isso, no meu caso nem foi uma coisa grave, mas vi casos de pessoas um tanto quanto próximas que se prejudicaram de verdade por se expor tanto na rede. Então fica a dica: Tente se desconectar um pouco desse mundo digital que nos aprisiona tanto. P.S.: Também estou nessa luta #NãoTáFácil #StayStrong hahah
Determinação é a palavra. Esta é outra lição que ainda não foi 100% concluída, mas está no caminho. Determinação, persistência, positividade e pasciência são essenciais para que seus sonhos, planos e metas se realizem. Foco naquilo que tanto se almeja. Não desista, mesmo quando estiver desanimado e cansado continue. Tenha fé, seja o primeiro a acreditar em você, se você não tem fé não tem pra que sonhar. Tenha pasciência, só chuva cai do céu mais nada, esqueça a pressa, pra que pressa? Você pode não ter oque quer agora, mas pode ter um dia se continuar lutando.
E a última lição, para encerrar logo este texto, é: Às vezes as pessoas que parecem não se importar tanto com a gente são as que mais se importam. Eu fui surpreendida com isto em 2013 e surpreendi pessoas com isto também. E quem eu pensei que fosse se importar mais, não se importou tanto assim. Então, temos que aprender com o tempo a colocar as pessoas nos lugares certos nas nossas vidas e tomar cuidado para não enverter os lugares e acabar em confusão. Uns tem que ficar mais próximos do que outros, pois uns nos fazem felizes e outros nos deixam somente alegres.

Dois mil e treze não foi um ano ruim pra mim, é lógico que tive altos e baixos mas nada é mais normal do que isto. Espero que esse novo ano traga novas experiências. Experiências boas e as nem tão boas também para que eu possa aprender mais. E que 2014 seja maravilhoso 😀

Beijinhos, Roberta.

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O dia da liberdade.

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Mês de junho. Dia 12 chegando. O dia dos namorados está aí.Essas últimas semanas o assunto que eu mais vi por aí nos blogs, na televisão, nas propagandas das lojas e no facebook foi “O dia dos namorados”. Portanto, esse texto é para você que não aguenta mais ouvir falar sobre esse famoso dia.

Não é que eu não goste do dia dos namorados, eu só acho que toda essa propaganda é exagero. Ok, talvez seja um pouquinho de inveja das pessoas que tem um namorado (a), confesso. Mas é que nessa data, além das pessoas que namoram ficarem ainda mais melosas, as que não tem um par ficam ainda mais tristes, e isso eu desaprovo. Posso até aguentar a melação de quem tem um amor, mas não posso aguentar a tristeza de quem está “sozinho”. Coloquei a palavra “sozinho” entre aspas porque nós nunca estamos completamente sozinhos, mesmo quando parecemos estar. Você sempre tem alguém, mesmo que não seja um namorado. Você pode ter uma mãe, um pai, um cachorro, um gato, um amigo, uma tia, uma prima, um irmão, ou sei lá quem. Aí você me diz, “não é a mesma coisa do que um namorado”, eu sei que não, mas quem disse que namorar é melhor do que estar solteiro? Acho que tudo depende do nosso ponto de vista. Se você colocar na sua cabeça que precisa de alguém para ser feliz, ficará mais difícil de encontar esse alguém e de chegar até a sua felicidade. Além disso, não é ruim estar sozinho. Pense na libertade que se tem quando se está solteiro, liberdade para sair com os amigos, para viajar para onde quiser sem preocupações, para escolher o filme no cinema, para poder ir onde quiser e fazer oque quiser sem precisar dar satisfações, e ainda tem aquele dinheiro que você acaba gastando com o outro, e sozinha você gasta consigo mesma.

Portanto, fica aqui minha conclusão sobre o dia dos namorados. Essa é a data perfeita para quem está namorando, mas também é uma ótima data para quem está desacompanhada. Para quem tem namorado, vá ao cinema, abrace, beije, diga “eu te amo”, vá jantar em algum lugar bacana, ande de mãos dadas, dê presentes, ganhe presentes e assista filmes enrolado na coberta. Para quem está solteiro, curta, vá para a balada, dance muito, saia com as amigas, faça uma ‘girls night’ na sua casa, leia um livro legal, faça brigadeiro de panela e comemore esse dia de liberdade, porque nem sempre solidão é sinônimo de tristeza.
(Roberta)