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Desculpas. De novo.

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Eu sei que faz um tempo (meu Deus, mais de um mês, estou me sentindo uma desnaturada) que nós não postamos, e eu resolvi postar alguma coisa pra, além de nos desculpar, nos justificar. Eu sei que eu falo pela Rô que o nosso maior problema é o tempo. Sério, desculpa mesmo por não ter arrumado tempo para postar aqui antes.

A questão é que isso provavelmente não vai mudar muito daqui pra frente, e, no começo do ano já deveríamos ter avisado isso. Pra quem não sabe, eu e a Roberta estamos no último ano do ensino médio e hiper concentradas em estudar já que, além do vestibular, esse ano tem a Copa, que deixou nosso calendário escolar mais apertado que o de costume, daí junta: provas, trabalhos, TCC e mais uma porrada de coisa que acaba com a gente psicologicamente.

Estava conversando esses dias com a Rô e ela disse que tem algumas ideias para postar aqui, como eu tenho um pouco mais de tempo livre do que ela, mesmo tendo pouco, e aos poucos, conforme eu for conseguindo me organizar (difícil tarefa, to tentando há uns 7 anos já), eu vou tentando postar as ideias dela e as minhas.

Inclusive, quero pedir desculpas também por eu ter, tantas vezes aberto um rascunho no meu celular, ou aqui no blog mesmo e não ter tido concentração, inspiração, criatividade e/ou vontade de escrever algo, sério.

Enfim, é isso, eu espero que vocês compreendam que o blog é mais um passatempo e não um compromisso fixo (acho que por isso temos poucos leitores) apesar de nos sentirmos muito comprometidas (alerta redundância) em tudo o que escrevemos e com todos que param para ler as coisas que escrevemos.

Obrigada mais uma vez por ler e sejam felizes.

Besitos, Carol

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Mais do que o ‘Dia das Mulheres’

“Feliz dia das mulheres”, se você for uma mulher, provavelmente você irá ouvir muito essa frase hoje. Maaass… Parabéns por quê?

Mais um 08 de março chegou, e com ele vem todos aqueles clichês: “Feliz dia das mulheres, sem as mulheres os homens nada seriam”, “Parabéns pra você mulher guerreira”, etc e etc. Mas o dia das mulheres não se resume em um dia específico para parabenizar as mulheres apenas por serem mulheres. Acho que todo mundo já ouviu falar da história das operárias que fizeram greve e morreram carbonizadas dentro da fábrica no dia 08 de março de 1857, certo? Ou então em 1910 com mais greves e lutas por direitos. Enfim, todo mundo sabe que mulheres sempre tiveram que lutar muito por direitos básicos, e o dia 8 de março foi selecionado para nos fazer refletir sobre isso e sobre todas as outras questões feministas. Mesmo depois de mais de 100 anos lutando por direitos e igualdades, nós mulheres, ainda não somos tratadas de tal forma. Ainda somos vítimas de abusos, violência doméstica, opressão moral, estupros, recebemos menores salários, somos vistas como objeto sexual, e ainda querem decidir por nós se vamos ou não ter um filho que está dentro de nós e não deles. Não somos livres nem para escolher a roupa que iremos sair de casa, pois se você usar uma roupa muito curta ou muito justa poderá ser assediada ou então ser chamada de vadia. Deixamos que estipulem por nós a quantidade de homens que podemos ficar em uma noite, ou em uma vida, e se ultrapassarmos o limite estipulado somos vistas como vagabundas. Temos uma lei que só tem nome, mas que na prática não nos protege de agressões físicas, há mulheres que apanham até não poder mais, até que as matem e assim deixam filhos, sonhos, família, e uma vida inteira no vão. Então, pare e pense. Pense em tudo o que você, mulher, é para si mesma e para o resto da sociedade. Pense nos seus direitos, e lute por eles, pois você pode sim sair com o seu shorts curtinho e usar aquela sua blusa com decote porque isso não convite pra macho. Denuncie! Abuso sexual e agressão física são crimes, e quem pratica não pode ficar solto por aí. Trabalhe, pois isso é uma das maiores conquistas femininas e isso te torna independente de qualquer pessoa. Beije, faça sexo com quem desejar, o corpo é seu e de mais ninguém, portanto, você decide o que fazer com ele e com quem fazer, se você está solteira, meu bem, não tem problema algum.

Não venha nos chamar de sexo frágil, nós somos sim mais fortes, mais espertas e mais inteligentes. Não são eles quem tem que escutar piadinhas machistas e totalmente sem graça, cantadas nojentas, não são eles que suportam a dor e as consequências de um parto, menstruam todo mês, cuidam da casa dos filhos, marido,trabalho, e ainda tem que arranjar um tempo pra andar arrumada porque se for desleixada logo é criticada. Então, parabéns mulheres. Não só por hoje, parabéns por todos os dias, por todas as lutas, por todas as dores e preconceitos sofridos. Nós somos incríveis, bem mais do que imaginamos.

E para os homens, quando forem parabenizar as mulheres hoje não digam apenas que elas são especiais e mais fortes do que vocês ou apenas cheguem com um buquê de flores, pois mulheres querem mais do que isso, mulheres querem RESPEITO!

(Roberta Tokunaga)


“Já é tarde, tudo está certo
Cada coisa posta em seu lugar
Filho dorme ela arruma o uniforme
Tudo pronto pra quando despertar
O ensejo a fez tão prendada
Ela foi educada pra cuidar e servir
De costume esquecia-se dela
Sempre a última a sair…

Disfarça e segue em frente
Todo dia até cansar
Uooh!
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa
Assume o jogo
Faz questão de se cuidar
Uooh!
Nem serva, nem objeto
Já não quer ser o outro
Hoje ela é um também

A despeito de tanto mestrado
Ganha menos que o namorado
E não entende porque
Tem talento de equilibrista
Ela é muita se você quer saber
Hoje aos 30 é melhor que aos 18
Nem Balzac poderia prever
Depois do lar, do trabalho e dos filhos
Ainda vai pra night ferver.”

Desconstruindo Amélia – Pitty

Mexo, remexo na inquisição
Só quem já morreu na fogueira
Sabe o que é ser carvão
Uh! Uh! Uh! Uh!

Eu sou pau pra toda obra
Deus dá asas à minha cobra
Hum! Hum! Hum! Hum!
Minha força não é bruta
Não sou freira
Nem sou puta

Porque nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho
Que muito homem
Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho
Que muito homem…

Ratatá! Ratatá! Ratatá!
Taratá! Taratá!

Sou rainha do meu tanque
Sou Pagu indignada no palanque
Hanhan! Ah! Hanran!
Uh! Uh!
Fama de porra louca
Tudo bem!
Minha mãe é Maria Ninguém
Uh! Uh!

Não sou atriz
Modelo, dançarina
Meu buraco é mais em cima”

Pagu – Rita Lee

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Cabelo: Selena Gomez

Eu sei que eu não posto aqui há um tempo, e me desculpem por isso, dessa vez posso até culpar um pouco o tempo, mas a preguiça tem sua parte nessa história também. Como eu sempre posto textos falando de coisas chatinhas e a Roberta sempre posta sobre moda, fotografia, essas coisas empolgantes, eu resolvi fazer um post sobre uma coisa empolgante: cabelo.

Tá, talvez não seja tããão empolgante assim, mas é um tipo de post e escrita diferente, e como estou numa fase de tentar fazer coisas diferentes do normal, resolvi fazer isso.

Nesse post eu vou falar de um tipo específico de cabelo, e vou (tentar) postar um tipo diferente a cada mês. Esse mês, vou falar do meu tipo de cabelo: meu cabelo é basicamente liso na raiz e enrolado no comprimento e nas pontas. Não é meu tipo de cabelo favorito, mas fazer o quê, né, genética?Quem tem o cabelo mais ou menos assim é a Selena Gomez.

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Então, esse cabelo é meio de lua, sabe? As vezes você acorda e ele tá lindo, maravilhoso, e as vezes você acorda e ele tá um nojinho (muito frequente esse último, experiência própria), daí eu resolvi pegar três fotos pra mostrar pra vocês o que fica legal de se fazer num bad hair day, com um cabelo desses: cheio, volumoso, enrolado. Acho legal a maioria das coisas que a Selena faz no cabelo dela, ela sabe driblar bem o volume e nem dá pra perceber quando ela teve trabalho pra deixar bonito o cabelo. É claro que se eu tivesse o mesmo dinheiro, meu cabelo seria bem mais fácil de lidar, mas nem o dinheiro muda sua genética.

1. Coque alto.

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Esse coque é o tipo acorde-e-fiz. Eu faço toda hora porque é mais prático mesmo, é só você juntar seu cabelo como se fosse fazer um rabo de cavalo e vai enrolando até as pontas, gira tudo e prende com qualquer elástico (que segure, claro) e voilá. Fica bom pra ir em qualquer lugar mais casual e rápido, e dá pra ir pra escola também.

2. Meio preso

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Eu amo fazer esse penteado quando tem algumas coisa mais chique, um casamento, uma festa de aniversário, uma formatura, ou só pra ir no shopping mesmo. O bom é que serve pra fazer qualquer coisa. Você prende a parte de cima do cabelo como se fosse começar a fazer um rabo de cavalo, só que deixa duas mechas soltas na frente, prende o começo de rabo de cavalo com um elástico e prontinho!

3. Trança largadinha

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Esse também dá pra ir em qualquer lugar e é tão fácil e rápido de fazer quanto os outros penteados. Você começa a fazer a traça mais em cima, no meio da cabeça, procure fazer bem apertadinha, e vai direcionando para um lado, quando você terminar, prende com um elástico e vá afrouxando os gominhos e o resto do cabelo, a parte mais curta do lado contrário de onde tá a trança vai soltar normalmente, é só você dar uma ajeitadinha e ta-dá: uma trança largadinha.

Enfim, gente, foi isso, espero que tenham gostado, comentem, por favor, isso nos deixa muito muito feliz.

Até a próxima.

Besitos, Carol

 

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Estilo de Super Herói

 

Mais uma vez a rede de fast fashion Forever 21 me surpreendeu com sua última coleção: a coleção Superhero. São peças de roupas todas inspiradas em super heróis. A loja assinou contrato com a Marvel ainda no ano passado, mas eu estou fazendo este post só agora porque uma amiga minha foi viajar para os EUA em janeiro deste ano e trouxe um cropped do Homem Aranha para mim, e eu fiquei tão apaixonada pela peça, mas tão apaixonada que me inspirou a fazer este post para o blog hahah e claro, vou mostrar para vocês as outras peças que estão na loja.

 

 

O meu cropped é esse aqui, que está ao lado do moletom preto:

 

Ainda não usei o meu, mas estou ansiosíssima para usar. Para quem tiver interesse em comprar, existe apenas uma Forever 21 no Brasil inteiro, que fica no Shopping Morumbi, aqui em São Paulo. Ouvi dizer que o preço por aqui é bem salgadinho, diferente do preço lá dos EUA. O meu cropped por exemplo, custou $13,80 lá. Eu não sei se a coleção já chegou aqui no Brasil, mas se alguém tiver informações deixe nos comentários.

Beijos, Roberta T.

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Coisas que eu gostaria de fazer mas não tenho coragem

Fotor011712300 O que você faria se não tivesse medo? O que aconteceria se as palavras “E se…” não existissem? Provavelmente as pessoas seriam mais felizes, porque elas fariam mais as coisas que lhes agradam ao invés de fazer o que elas julgam certo ou o que tem mais chances de dar certo. Eu mesma posso listar as coisas que eu gostaria de fazer mas não tenho coragem, e ainda explicar o por quê eu não tenho coragem de faze-las. Duvida? Lá vai:

– Fazer um mochilão

Morro de vontade de pegar uma mochila, jogar algumas riupas dentro dela, colocar pente, escova e pasta de dente nela e sair. Assim mesmo, sair e ponto. Sem dever explicações, sem certeza pra onde vou, como vou, e nem de quando volto. Não sou de acompanha novelas, mas quando a novela ‘Amor a vida’ começou, meus pais estavam assistindo atentamente a televisão e eu um tanto distraída com o meu jantar, não pude deixar de notar o personagem Nilo. Ele era um mochileiro no Peru ou na Bolívia, não me lembro (avisei que não sou ligada em novelas), que vivia assim, viajando de carona em carona, escalando alpes, vendo as paisagens naturais mais belas, tomando banho de mar, livre, feliz e em paz, com uma sintonia positiva em relação ao mundo e a vida fora desta Babilônia contemporânea. Não é essa a vida que eu quero ter quando eu tiver 40 anos, mas eu gostaria de passar pelo menos um mês assim. Um mês viajando de praia a praia, de cidade a cidade, sem preocupações e sem consumismo, só me sentindo bem comigo mesma, com o mundo e com a vida. Aí você me pergunta: “O que te impede de passar só um mês fazendo isso? Daqui a pouco você completa 18 anos, pega a sua mochila e vai!” e então eu te respondo: Sei que tenho a auto estima baixa, mas isto não tem a ver com auto estima. Isto tem a ver com independência e auto suficiência. Sei que sou independente até certo ponto, mas que ponto é esse? Está pergunta eu não sei responder. E esse é o meu medo: Eu não sei se eu conseguiria viver assim. Confesso que sou mimada, carente e quase sempre tenho alguém a quem recorrer. Mas nas circuntâncias de mochileiro não existe porto seguro. Quem estaria lá comigo? Sei que tenho que ser mais independente, mas pra mim isso tem que acontecer aos poucos e não de uma só vez.

– Doar medula óssea

Eu tinha uma amiga que sofria de leucemia. Ela precisava de doações de medula óssea, mas não conseguia um doador compatível. Aquilo poderia ter a levado a morte. Por gostar muito dela e ver esse sofrimento eu falava que quando fizesse 18 anos eu passaria a ser doadora de medula óssea. Na época eu tinha uns 9 anos. Ano passado assisti a um filme, com os meus primos, em que o personagem principal vai fazer uma doação de medula. Fiquei horrorizada quando vi aquela cena. O homem se contorcia de dor, gritava e chorava. A agulha era enorme e extramamente gorssa, dava até para imaginar o sofrimento dele e a tremenda dor que ele sentia durante o período de repouso. Foi isso, um filme. Um filme que me fez perder a coragem de doar medula óssea. Mas quero compensar isto de alguma forma. Ainda quero ajudar pessoas doentes. Gosto de ajudar, principalmente quem realmente precisa e merece. Deve ser hereditário. Quero dar carinho para crianças com câncer, ser doadora de sangue, e fazer o que mais eu tiver coragem de fazer.

– Deixar a faculdade de lado e virar DJ

Meu Deus, não acredito que estou escrevendo isto ignorando o fato de ser um quase segredo, e sabendo da possibilidade da minha mãe ler isto. Ok. Mãe, não me mate e nem sinta raiva de mim. Mas é que a pressão que a faculdade/vestibular me dá é assustadora. Você sabe, conversamos sobre isto esta semana. E as vezes eu queria não ter que passar por isso, por provas, trabalhos e etc. ODEIO obrigações, e você sabe do meu amor incondicional pela música, aliás este mês faz 3 anos que eu estou na escola de música. E eu também já quis ser DJ quando eu tinha uns 13 anos, lembra? Então, a ideia meio que voltou. Mas eu não teria coragem de largar a faculdade pra isso. Talvez eu vire DJ depois da faculdade HAHAHAHAHA brincadeirinha (Ou não ‘-‘).

– Postar no YouTube um vídeo meu cantando e tocando

Muita gente faz isso, eu acho tão legal.Adoraria fazer o mesmo, a final é uma das coisas que eu mais gosto de fazer. Mas a minha (estúpida) timidez não permite que eu faça isso. Fim de lista. Até porque chega de faltar coragem né, preciso ser mais corajosa. Eu bem que queria ter um segredo para ser mais corajosa e falar para você, querido leitor. Mas eu não tenho, a não ser um “conselho” que eu ouvi um dia por aí: “Você só precisa de uma dose de vodca para ter 10 segundos de coragem insana.” Mas aí fica a critério de cada um optar ou não pela dose de vodca. Eu não me responsabilizo pela embreaguez de ninguém, nem dos meus leitores. P.S.: Se alguém fizer um teste com a vodca, me avise nos comentários.

Roberta Tokunaga

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Meu Parágrafo Favorito

“O fardo mais pesado esmaga-nos, verga-nos, comprime-nos contra o solo. Mas, na poesia amorosa de todos os séculos, a mulher sempre desejou receber o fardo do corpo masculino. Portanto, o fardo mais pesado é também, ao mesmo tempo, a imagem do momento mais intenso de realização de uma vida. Quanto mais pesado for o fardo, mais próxima da terra se encontra a nossa vida e mais real e verdadeira ela é.

Em contrapartida, a ausência total de fardo faz com que o ser humano se torne mais leve do que o ar, fá-lo voar, afastar-se da terra, do ser terrestre, torna-o semirreal e os seus movimentos tão livres quanto insignificantes.”  – A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera

Escolhi esses dois parágrafos desse livro porque simplesmente sou apaixonada por eles, na realidade, retirei esses dois parágrafos do meu capítulo favorito do livro. Comecei a ler esse livro quando estava muito perdidona na vida, não via muito sentido, essas coisas, o livro não me ajudou em nada, muito pelo contrário só plantou mais dúvidas na minha cabeça, mas também mostrou que ficar dividida não tem problema.

A Insustentável Leveza do Ser é um clássico da Filosofia, mas não fica só filosofando. Achei que seria aquele livro que só apresenta teorias e essas coisas, mas é, na verdade, um romance. A história nos mostra essa diferença entre o peso  e a leveza, e é um pouco tendencioso, ao longo da história você pode perceber que o autor prefere mesmo o peso, mas isso é escolha do leitor.

A teoria é pequena, através das histórias, que, ao mesmo tempo que paralelas, se cruzam,  você entende cada vez mais todo o significado da tese. O melhor é que você escolhe no que acreditar.

Eu criei a minha própria teoria, sem deixar de concordar com as apresentadas. É a do equilíbrio. Se vocês já leram algum texto meu sabem do que estou falando, eu sempre falo disso.

Esses dois parágrafos me ajudaram a entender que a vida não precisa ser ou oito ou oitenta, ela pode ser quarenta.

Tenho um apreço muito grande por esse livro, amei ter essa experiência desse tipo de leitura, não li muito rápido, mas também não muito devagar, foi o tempo certo, foi a hora certa para se ler essa história.

Além do mais, como todo livro, me fez crescer mais um pouquinho e fico muito feliz quando me perguntam quais livros eu já li e esse está na lista. Só eu sei o quanto essas palavras significaram pra mim e não adianta tentar descrever, porque não há palavras para descrever o indescritível.

P.S.: Eu seeeei que era só um parágrafo, mas minha explicação ia ficar muito sem sentido, não poderia escolher entre esses dois nunca na minha vida.

Isso é tudo pessoal.

Besitos, Carol.

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Mais um ano passou e oque fica de lição?

Para responder esta pergunta foi preciso pensar muito, pois lembrar de 12 meses, de experiências vividas nesse tempo e principalmente do que eu realmente consegui absorver dessas experiências não é fácil. Às vezes nós passamos por algumas situações e no final nós só ficamos tristes ou felizes, ignorando a possibilidade de ter aprendido alguma coisa. É interessante, depois de viver uma nova experiência, parar para pensar porque aquilo aconteceu, se foi bom ou ruim, a possibilidade de acontecer de novo, a possibilidade de você gostar de novo ou não, se poderia ter feito algo para mudar o final da história e etc. Tudo isso para perceber se algo foi aprendido ou não. Tudo bem, tudo bem, pensar de mais pode nos levar a loucura, eu sei. Mas tentar aprender é sempre bom, é no mínimo melhor do que ficar chorando pelos cantos se perguntando “POR QUE??? POR QUE COMIGO???”, a final, as coisas não acontecem só com você, se você pensa assim saiba que o nome disso é egoísmo.

Às vezes nós passamos por situações e acabamos aprendendo absolutamente nada. Pois é, isso acontece, e quando acontece significa que vamos precisar de mais uma (ou mais) experiência parecida com aquela para que você possa finalmente aprender. E não, isso não significa que você seja lerdo ou burro.
E às vezes nós aprendemos e nem percebemos, a gente só se da conta quando aparece outra situação parecida e faz tudo diferente, e quem sabe se sai melhor. Mas a questão é: o que 2013 deixou de lição? Bom, confesso que não me lembro muito bem do primeiro semestre deste ano, ou porque já tem um tempinho, ou porque as coisas que aconteceram no segundo semestre mexeram mais comigo, mas enfim.

Neste ano eu aprendi a ser mais sincera com os outros e comigo mesma. Não adianta negar um sentimento ou um fato de si mesmo, você sabe a verdade e não adianta querer escapar dela tentando se enganar porque isso não vai mudar nada, a verdade vai ser verdade até deixar de ser e não até que você queira que não seja mais verdade, você não pode mudar isso. Portanto, seja sincero consigo mesmo, assim evitará ilusões e se não houver espaço para ilusões sobrará espaço para a auto estima. E sobre ser sincero com os outros é sempre melhor do que mentir e fingir (sim, são coisas diferentes). Mentiras sempre (S.E.M.P.R.E) acabam mal, e fingir pode até parecer a melhor saída algumas vezes, mas não é. Quase sempre é difícil ser sincero com as pessoas, poder falar tudo oque está entalado é uma coisa complicada, mas é melhor do que o sufoco que isso te dá. Tente sempre a conversa, essa é a melhor resolvedora de problemas.

Uma das lições que este ano deixou para mim e que eu tenho certeza de que vou levar para a vida é que o medo é uma mentira. O medo nos faz acreditar em coisas que não são necessariamente verdadeiras. Ele nos faz acreditar em uma coisa que talvez nem exista e que só quer impedir a nossa felicidade. Já tive tanto medo, de tanta coisa que se eu fosse fazer uma lista não saberia por onde começar e nem até onde essa lista iria parar. Alguns desses medos eu acabei enfrentando ou por obrigação ou por curiosidade ou porque o desejo foi maior que o medo, outros desses medos ainda estão na minha lista e eu espero um dia enfrentá-los (quem sabe em 2014?!) assim como eu enfrentei os outros e consegui vencer. Não tenha medo de tentar, não tenha medo de fazer, não tenha medo do novo e nem do feio, vai lá e experimenta! Se atreva mais, se permita mais. Quem sabe dá certo!? E se você gostar?! O medo só deixa as coisas dez mil vezes maiores e piores do que elas realmente são.
Uma lição que 2013 tentou me ensinar, e eu consegui entender tudo direitinho na teoria é: se desconecte. Mas esta eu ainda estou tentando colocar em prática. A internet pode nos ajudar muito e de várias formas, nem vou citar como a internet nos ajuda porque todo mundo já sabe, mas ela também pode nos atrapalhar muito. Este ano eu vi tantos casos de pessoas que de alguma forma se prejudicaram por conta da internet, eu mesma tive um desfavorecimento com isso, no meu caso nem foi uma coisa grave, mas vi casos de pessoas um tanto quanto próximas que se prejudicaram de verdade por se expor tanto na rede. Então fica a dica: Tente se desconectar um pouco desse mundo digital que nos aprisiona tanto. P.S.: Também estou nessa luta #NãoTáFácil #StayStrong hahah
Determinação é a palavra. Esta é outra lição que ainda não foi 100% concluída, mas está no caminho. Determinação, persistência, positividade e pasciência são essenciais para que seus sonhos, planos e metas se realizem. Foco naquilo que tanto se almeja. Não desista, mesmo quando estiver desanimado e cansado continue. Tenha fé, seja o primeiro a acreditar em você, se você não tem fé não tem pra que sonhar. Tenha pasciência, só chuva cai do céu mais nada, esqueça a pressa, pra que pressa? Você pode não ter oque quer agora, mas pode ter um dia se continuar lutando.
E a última lição, para encerrar logo este texto, é: Às vezes as pessoas que parecem não se importar tanto com a gente são as que mais se importam. Eu fui surpreendida com isto em 2013 e surpreendi pessoas com isto também. E quem eu pensei que fosse se importar mais, não se importou tanto assim. Então, temos que aprender com o tempo a colocar as pessoas nos lugares certos nas nossas vidas e tomar cuidado para não enverter os lugares e acabar em confusão. Uns tem que ficar mais próximos do que outros, pois uns nos fazem felizes e outros nos deixam somente alegres.

Dois mil e treze não foi um ano ruim pra mim, é lógico que tive altos e baixos mas nada é mais normal do que isto. Espero que esse novo ano traga novas experiências. Experiências boas e as nem tão boas também para que eu possa aprender mais. E que 2014 seja maravilhoso 😀

Beijinhos, Roberta.