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Para deitar sob as estrelas

O que eu mais amo na música é que, assim como nos livros e filmes, ela nos leva para um lugarzinho especial que nossa imaginação faz questão de criar, seja esse lugar feliz, triste, calmo, agitado. Afinal, ninguém nunca disse que especial é sinônimo de feliz né não?

Ultimamente eu ando bem viciada em simplesmente todas as músicas do Jack Johnson. E é justamente sobre ele que eu vou falar nesse post porque, na boa, esse cara merece tudo de bom que possa acontecer na vida de alguém pelo simples fato de fazer músicas tão maravilhosas.

Jack Hody Johnson é um havaiano de 39 anos que encanta o mundo (eu) lançando músicas desde 2001. Antes de meio que se descobrir compondo e cantando ele surfava e acabou fazendo alguns documentários. Eu definitivamente não sei o que o fez começar a carreira como cantor mas agradeço muito por ele ter o feito.

Eu não tenho nem palavras para descrever suas músicas então, aqui vão algumas das que eu mais gosto:

1. Better together

2. Banana pancakes

3. Times like these

4. Dreams be dreams

5. Radiate

Essas músicas não são nem um terço de todas que eu gosto, mas são as que eu mais estou ouvindo ultimamente. Mas e vocês? Já conheciam/gostavam do Jack ou não? Me conta. Os comentários nos deixam com um sorrisão no rosto.

Acredito que por hoje seja isso…

Besitos, Carol

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Teve Copa Sim

Sim, vamos falar sobre a Copa. Sim, eu também estou entupida de futebol nas últimas semanas. E, por fim, não, eu nem gosto tanto assim de futebol.

É importante que vocês entendam que tudo o que eu falo aqui é só a minha insignificante opinião, logo, se você não concorda, respeite já que ninguém é obrigado a pensar igual e eu, que só tenho 17 anos, posso não estar certa da mesma forma que muita gente nesse mundão não está.

 Vamos começar pelo básico: é claro que tem política envolta nesse tipo de evento, assim como nas olimpíadas e nos eventos de abrangência internacional, então é muito idiota esse mi mi mi todo que algumas pessoas fazem por causa disso.

E pode parecer muito repetitivo mas a questão é que: se você tinha a intenção de parar a realização do evento, você deveria ter feito isso sete anos atrás, quando fora anunciado o país sede, de forma civilizada, é claro. O nosso país não estava preparado estruturalmente naquela época e, agora, sete anos depois, não mudou muita coisa, mas, vem cá, colega, de que adianta protestar na frente dos estádios durante os jogos? Nada. Sério. Você não vai chamar atenção das autoridades da forma que você quer, além de aparecer na mídia internacional de uma forma igualmente estúpida, a não ser que esse seja seu objetivo, se for, bom trabalho.

Outra coisa de gente besta, que deu uma vergonha alheia danada, foi a vaia na abertura, me chame de petista (?), esquerdista ou só mala, mas mala mesmo foi esse pessoal que vaiou a nossa presidenta. Eu sei que muita gente não votou nela, e é claro que cada um tem direito de ter a sua opinião, mas o que você faz quando, na sua casa, alguém não aceita sua sugestão de filme, por exemplo? Você respeita. Não é muito diferente quando se trata do seu país. Muita gente votou na Dilma, da mesma forma que muita gente votou contra, venceu a maioria e ponto. Aceita que dói menos.

Também teve aquela galera que disse que “quem vaiou foi a elite branca que pode pagar pelos ingressos da copa”. Conheço muita gente pobre que vaiaria se estivesse lá e vaia em qualquer oportunidade. A classe social influencia, sim, na forma de pensar, mas não é um fator determinante. Ok, agora, vem cá e deixa eu te contar um negócio: a maioria das pessoas naquele estádio certamente tinha uma condição financeira melhor, mas, na minha opinião, eles não devem ser julgados por vaiar, não concordam com o governo e essa foi a forma de protesto, devem ser julgados como pessoas que não sabem respeitar. Eu acho muito massa mesmo ter oposições de ideias entre as pessoas, mas acho horrível quando as pessoas não sabem se opor. Vamos lá, o que custa respeitar o outro?

O que não faltou nessas semanas foram posts em tudo quanto é site falando das opiniões dos estrangeiros que vieram ver a copa e o feedback foi extremamente positivo. Pode ser só pra inglês vê, mas e daí? 

Ninguém prometeu um país perfeito antes ou depois da copa. Tudo já foi construído e, conhecendo o povo brasileiro como conhecemos, será muito provavelmente usado. As melhorias no metrô (pelo menos nos de São Paulo), por exemplo, foram poucas, mas quem sabe não é um começo? Um pontapé inicial para que alguém faça algo, sei lá, só jogando uma ideia ao vazio (candidatos a governador)

De qualquer forma, essa é a minha opinião (tá ficando repetitivo, mas eu gosto de falar enfatizar) e espero que, mesmo que não concorde, respeite. Não coloquei exatamente tudo o que eu penso, senão escreveria umas trinta páginas, mas esse é um resuminho.

Obrigada por lerem, se sentirem a vontade comentem (se não se sentir a vontade, comente também).

Isso é tudo, pessoal.

Besitos, Carol

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Recomeço

Eu me sinto muito muito muito (add infinito) envergonhada de estar postando aqui depois de tanto tempo. Sério, eu nem entro no blog mais e desculpa por isso. O wordpress mudou todo o layout do site e eu nem sabia, a Roberta postou sobre o show da Demi e eu nem li, ok, acho que deu pra ter uma leve ideia.

Eu poderia dar mil desculpas e dizer que estava super atarefada durante todos esses meses, mas é uma desculpa tão batida que acho que nem cola mais. Sendo assim, vamos aos motivos que me levaram a essa grande e não intencional pausa:

1. Memória. Eu realmente esqueci que tinha o blog por um grande período de tempo e, quando lembrava, pensava que poderia escrever depois;

2. Escola. Não que eu seja super estudiosa e esteja conseguindo estudar para o vestibular, logo não tenho tempo, ou que a minha escola mande tantos trabalhos que eu não faça nada senão isso. A verdade é que os meus professores estão sendo uns amores (alguns) e raramente pedem algum trabalho que realmente pegue uma parte do meu tempo. Ah, Caroline, então por quê você colocou a escola como um dos motivos desse seu afastamento? Simples: embora eu não esteja fazendo nada das coisas que me deixa ocupada, eu tento fazê-las e é nesse tentar ser organizada para conciliar coisas como o blog e os estudos é que eu me atrapalho toda e acabei dando prioridade à escola;

3. Tempo. Esse malandrinho do tempo anda voando em minhas mãos, deve ser por isso que eu sinto como se tivesse fazendo pouquíssimas coisas;

4.Vida. Parafraseando um amigo meu: “A vida é uma piranhuda.”. E ela é mesmo, é meio óbvio que eu tenho uma vida fora do computador (embora não pareça), então, eu venho me preocupando mais em viver minha vida, sair com meus amigos e me divertir mais, tentar mudar um pouco o jeito de ver as coisas, mas acho que aprofundaria isso em outro post.

Enfim, esses foram os meus motivos. A essa altura do campeonato você deve estar pensando que tudo isso foi uma bosta e que era melhor eu ter ficado sem escrever nada mesmo, devo dizer que meio que concordo contigo. 

Como gosto de ser do contra, quero escrever mais, já que, entendam a gravidade da situação, ultimamente não tenho escrito nada, juro, a última coisa que eu escrevi foi aqui, há 520 anos atrás, então desculpa se esse texto estiver uma merda, é falta de prática.

A questão é que nesses meses que fiquei sem escrever, tanta coisa mudou na minha vida, umas para melhor, outras não tenho certeza ainda, e eu simplesmente não dividi de uma das formas que eu mais gosto: escrevendo aqui. Acredito que todos precisamos mesmo de um tempo as vezes e realmente não faz mal a ninguém, mas quando você começa a se afastar de todas as coisas que você ama, tem que vir de dentro e dar um basta.

Foi mais ou menos o que rolou comigo, como eu já disse, muita coisa aconteceu na minha vida e todas essas coisas e sentimentos foram se acumulando dentro de mim até eu não ter vontade de não fazer mais nada, além de já ter me afastado da escrita, me afastei da dança e, nessa semana chegou a um ponto insustentável. Eu estava afastando tudo o que antes me fazia bem porque elas não estavam mais me fazendo feliz. Fui perdendo a vontade de fazer as coisas a ponto de não me reconhecer mais, sério. 

Entretanto, cá estou eu, escrevendo aqui e tentando dar o primeiro passo para esse grande sacode que to querendo dar em mim mesma. Não vou mentir pra vocês que falar que com certeza eu vou postar toda semana agora e com vários temas diferentes e nem vou fazer essa promessa pela Roberta também, mas quero tentar, isso eu posso garantir.

Subir quando se está afundando requer uma força de vontade muito grande, e é o que eu espero ter. Quero muito que esse blog me ajude nessa, então, se algum de vocês (se é que ainda tem gente que lê o blog ou espera por atualização [se tem, mil desculpas mesmo, sério, nem me deixa saber disso que eu vou me sentir pior -mentira, pode comentando aí]) já passou por uma fase como a que estou passando, tiver algum conselho ou só algum comentário aleatório, não se prenda a vergonha e, por favor, comente, isso nos deixará muito feliz.

Isso é tudo, pessoal.

Besitos, Carol.

 

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Mais do que o ‘Dia das Mulheres’

“Feliz dia das mulheres”, se você for uma mulher, provavelmente você irá ouvir muito essa frase hoje. Maaass… Parabéns por quê?

Mais um 08 de março chegou, e com ele vem todos aqueles clichês: “Feliz dia das mulheres, sem as mulheres os homens nada seriam”, “Parabéns pra você mulher guerreira”, etc e etc. Mas o dia das mulheres não se resume em um dia específico para parabenizar as mulheres apenas por serem mulheres. Acho que todo mundo já ouviu falar da história das operárias que fizeram greve e morreram carbonizadas dentro da fábrica no dia 08 de março de 1857, certo? Ou então em 1910 com mais greves e lutas por direitos. Enfim, todo mundo sabe que mulheres sempre tiveram que lutar muito por direitos básicos, e o dia 8 de março foi selecionado para nos fazer refletir sobre isso e sobre todas as outras questões feministas. Mesmo depois de mais de 100 anos lutando por direitos e igualdades, nós mulheres, ainda não somos tratadas de tal forma. Ainda somos vítimas de abusos, violência doméstica, opressão moral, estupros, recebemos menores salários, somos vistas como objeto sexual, e ainda querem decidir por nós se vamos ou não ter um filho que está dentro de nós e não deles. Não somos livres nem para escolher a roupa que iremos sair de casa, pois se você usar uma roupa muito curta ou muito justa poderá ser assediada ou então ser chamada de vadia. Deixamos que estipulem por nós a quantidade de homens que podemos ficar em uma noite, ou em uma vida, e se ultrapassarmos o limite estipulado somos vistas como vagabundas. Temos uma lei que só tem nome, mas que na prática não nos protege de agressões físicas, há mulheres que apanham até não poder mais, até que as matem e assim deixam filhos, sonhos, família, e uma vida inteira no vão. Então, pare e pense. Pense em tudo o que você, mulher, é para si mesma e para o resto da sociedade. Pense nos seus direitos, e lute por eles, pois você pode sim sair com o seu shorts curtinho e usar aquela sua blusa com decote porque isso não convite pra macho. Denuncie! Abuso sexual e agressão física são crimes, e quem pratica não pode ficar solto por aí. Trabalhe, pois isso é uma das maiores conquistas femininas e isso te torna independente de qualquer pessoa. Beije, faça sexo com quem desejar, o corpo é seu e de mais ninguém, portanto, você decide o que fazer com ele e com quem fazer, se você está solteira, meu bem, não tem problema algum.

Não venha nos chamar de sexo frágil, nós somos sim mais fortes, mais espertas e mais inteligentes. Não são eles quem tem que escutar piadinhas machistas e totalmente sem graça, cantadas nojentas, não são eles que suportam a dor e as consequências de um parto, menstruam todo mês, cuidam da casa dos filhos, marido,trabalho, e ainda tem que arranjar um tempo pra andar arrumada porque se for desleixada logo é criticada. Então, parabéns mulheres. Não só por hoje, parabéns por todos os dias, por todas as lutas, por todas as dores e preconceitos sofridos. Nós somos incríveis, bem mais do que imaginamos.

E para os homens, quando forem parabenizar as mulheres hoje não digam apenas que elas são especiais e mais fortes do que vocês ou apenas cheguem com um buquê de flores, pois mulheres querem mais do que isso, mulheres querem RESPEITO!

(Roberta Tokunaga)


“Já é tarde, tudo está certo
Cada coisa posta em seu lugar
Filho dorme ela arruma o uniforme
Tudo pronto pra quando despertar
O ensejo a fez tão prendada
Ela foi educada pra cuidar e servir
De costume esquecia-se dela
Sempre a última a sair…

Disfarça e segue em frente
Todo dia até cansar
Uooh!
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa
Assume o jogo
Faz questão de se cuidar
Uooh!
Nem serva, nem objeto
Já não quer ser o outro
Hoje ela é um também

A despeito de tanto mestrado
Ganha menos que o namorado
E não entende porque
Tem talento de equilibrista
Ela é muita se você quer saber
Hoje aos 30 é melhor que aos 18
Nem Balzac poderia prever
Depois do lar, do trabalho e dos filhos
Ainda vai pra night ferver.”

Desconstruindo Amélia – Pitty

Mexo, remexo na inquisição
Só quem já morreu na fogueira
Sabe o que é ser carvão
Uh! Uh! Uh! Uh!

Eu sou pau pra toda obra
Deus dá asas à minha cobra
Hum! Hum! Hum! Hum!
Minha força não é bruta
Não sou freira
Nem sou puta

Porque nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho
Que muito homem
Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho
Que muito homem…

Ratatá! Ratatá! Ratatá!
Taratá! Taratá!

Sou rainha do meu tanque
Sou Pagu indignada no palanque
Hanhan! Ah! Hanran!
Uh! Uh!
Fama de porra louca
Tudo bem!
Minha mãe é Maria Ninguém
Uh! Uh!

Não sou atriz
Modelo, dançarina
Meu buraco é mais em cima”

Pagu – Rita Lee

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Mais um ano passou e oque fica de lição?

Para responder esta pergunta foi preciso pensar muito, pois lembrar de 12 meses, de experiências vividas nesse tempo e principalmente do que eu realmente consegui absorver dessas experiências não é fácil. Às vezes nós passamos por algumas situações e no final nós só ficamos tristes ou felizes, ignorando a possibilidade de ter aprendido alguma coisa. É interessante, depois de viver uma nova experiência, parar para pensar porque aquilo aconteceu, se foi bom ou ruim, a possibilidade de acontecer de novo, a possibilidade de você gostar de novo ou não, se poderia ter feito algo para mudar o final da história e etc. Tudo isso para perceber se algo foi aprendido ou não. Tudo bem, tudo bem, pensar de mais pode nos levar a loucura, eu sei. Mas tentar aprender é sempre bom, é no mínimo melhor do que ficar chorando pelos cantos se perguntando “POR QUE??? POR QUE COMIGO???”, a final, as coisas não acontecem só com você, se você pensa assim saiba que o nome disso é egoísmo.

Às vezes nós passamos por situações e acabamos aprendendo absolutamente nada. Pois é, isso acontece, e quando acontece significa que vamos precisar de mais uma (ou mais) experiência parecida com aquela para que você possa finalmente aprender. E não, isso não significa que você seja lerdo ou burro.
E às vezes nós aprendemos e nem percebemos, a gente só se da conta quando aparece outra situação parecida e faz tudo diferente, e quem sabe se sai melhor. Mas a questão é: o que 2013 deixou de lição? Bom, confesso que não me lembro muito bem do primeiro semestre deste ano, ou porque já tem um tempinho, ou porque as coisas que aconteceram no segundo semestre mexeram mais comigo, mas enfim.

Neste ano eu aprendi a ser mais sincera com os outros e comigo mesma. Não adianta negar um sentimento ou um fato de si mesmo, você sabe a verdade e não adianta querer escapar dela tentando se enganar porque isso não vai mudar nada, a verdade vai ser verdade até deixar de ser e não até que você queira que não seja mais verdade, você não pode mudar isso. Portanto, seja sincero consigo mesmo, assim evitará ilusões e se não houver espaço para ilusões sobrará espaço para a auto estima. E sobre ser sincero com os outros é sempre melhor do que mentir e fingir (sim, são coisas diferentes). Mentiras sempre (S.E.M.P.R.E) acabam mal, e fingir pode até parecer a melhor saída algumas vezes, mas não é. Quase sempre é difícil ser sincero com as pessoas, poder falar tudo oque está entalado é uma coisa complicada, mas é melhor do que o sufoco que isso te dá. Tente sempre a conversa, essa é a melhor resolvedora de problemas.

Uma das lições que este ano deixou para mim e que eu tenho certeza de que vou levar para a vida é que o medo é uma mentira. O medo nos faz acreditar em coisas que não são necessariamente verdadeiras. Ele nos faz acreditar em uma coisa que talvez nem exista e que só quer impedir a nossa felicidade. Já tive tanto medo, de tanta coisa que se eu fosse fazer uma lista não saberia por onde começar e nem até onde essa lista iria parar. Alguns desses medos eu acabei enfrentando ou por obrigação ou por curiosidade ou porque o desejo foi maior que o medo, outros desses medos ainda estão na minha lista e eu espero um dia enfrentá-los (quem sabe em 2014?!) assim como eu enfrentei os outros e consegui vencer. Não tenha medo de tentar, não tenha medo de fazer, não tenha medo do novo e nem do feio, vai lá e experimenta! Se atreva mais, se permita mais. Quem sabe dá certo!? E se você gostar?! O medo só deixa as coisas dez mil vezes maiores e piores do que elas realmente são.
Uma lição que 2013 tentou me ensinar, e eu consegui entender tudo direitinho na teoria é: se desconecte. Mas esta eu ainda estou tentando colocar em prática. A internet pode nos ajudar muito e de várias formas, nem vou citar como a internet nos ajuda porque todo mundo já sabe, mas ela também pode nos atrapalhar muito. Este ano eu vi tantos casos de pessoas que de alguma forma se prejudicaram por conta da internet, eu mesma tive um desfavorecimento com isso, no meu caso nem foi uma coisa grave, mas vi casos de pessoas um tanto quanto próximas que se prejudicaram de verdade por se expor tanto na rede. Então fica a dica: Tente se desconectar um pouco desse mundo digital que nos aprisiona tanto. P.S.: Também estou nessa luta #NãoTáFácil #StayStrong hahah
Determinação é a palavra. Esta é outra lição que ainda não foi 100% concluída, mas está no caminho. Determinação, persistência, positividade e pasciência são essenciais para que seus sonhos, planos e metas se realizem. Foco naquilo que tanto se almeja. Não desista, mesmo quando estiver desanimado e cansado continue. Tenha fé, seja o primeiro a acreditar em você, se você não tem fé não tem pra que sonhar. Tenha pasciência, só chuva cai do céu mais nada, esqueça a pressa, pra que pressa? Você pode não ter oque quer agora, mas pode ter um dia se continuar lutando.
E a última lição, para encerrar logo este texto, é: Às vezes as pessoas que parecem não se importar tanto com a gente são as que mais se importam. Eu fui surpreendida com isto em 2013 e surpreendi pessoas com isto também. E quem eu pensei que fosse se importar mais, não se importou tanto assim. Então, temos que aprender com o tempo a colocar as pessoas nos lugares certos nas nossas vidas e tomar cuidado para não enverter os lugares e acabar em confusão. Uns tem que ficar mais próximos do que outros, pois uns nos fazem felizes e outros nos deixam somente alegres.

Dois mil e treze não foi um ano ruim pra mim, é lógico que tive altos e baixos mas nada é mais normal do que isto. Espero que esse novo ano traga novas experiências. Experiências boas e as nem tão boas também para que eu possa aprender mais. E que 2014 seja maravilhoso 😀

Beijinhos, Roberta.

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Ballet

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Eu estava passando por um momento um tanto quanto difícil, sabe? Me sentia inútil, mesmo tendo a escola; todos os meus amigos faziam alguma coisa menos eu. Daí veio a ideia: começar a assistir aulas de ballet.

Sempre gostei e fiz ballet, mas estava parada há, mais ou menos, uns 6 anos, então resolvi voltar, começar do zero. Então, há quase 8 meses quando eu começo a aula, o alongamento, aquela musica clássica entrando na minha cabeça, tudo desaparece. Esqueço meus problemas para me concentrar em fazer o passo certo e aprender como controlar minha postura. Durante uma hora, duas vezes por semana eu faço isso, e tem me feito muito bem.

Além de ter ajudado bastante a minha saúde mental, o ballet tem suas vantagens na saúde física: melhora a postura, a flexibilidade, a resistência, você aprende a lidar melhor com a dor física – que, acredite, é bem grande, principalmente no começo – e com a pressão e emagrece (se você for magrela que nem eu também tem uma vantagem: cria corpo).

Enfim, quando eu pensei em fazer as aulas não pensei muito em ser uma bailarina e dançar para famosas companhias, mesmo porque já estou velha demais pra isso,não pensei em chegar já arrasando e colocando sapatilha de ponta e fazendo aqueles passos dificílimos que a gente vê no we ♥ it, pensei só que estaria fazendo algo que eu gostava, e cada progresso e evolução já seria lucro.

Essa semana fiz meu exame para passar de ano e, uma semana antes, quando eu perguntei para a minha professora em que ano eu estava e para qual ano eu ia, só pra saber o nível de dificuldade, ela falou que era para eu estar indo pro primeiro, mas que ela ia me colocar no primeiro e eu ia fazer prova pro segundo. Confuso? Tá, vou simplificar: ela me pulou um ano, então fiz exame para ir para o segundo ano. Ainda na semana passada, conversando com uma amiga, do ballet mesmo, falei que achava que ela tinha me pulado por dó, por causa dos meus problemas de saúde (nada sério, só um probleminha na coluna que me faz ter uma dificuldade que eu não teria se tivesse a coluna retinha) e ela me falou que talvez eu tenha interpretado errado; talvez ela tenha me avançado porque acha que eu sou capaz de me esforçar mais ano que vem e colocar a ponta, que eu sou capaz de superar uma dificuldade que meio que não tem cura.

Foi quando eu me dei conta de que eu não tinha conseguido só um hobbie, um escape da minha vida e dos meus problemas, tinha adquirido amigas também. Estou tão acostumada a ser pessimista e fatalista que não percebi que, embora alguns outros amigos antigos tenham me deixado pra trás, ou se afastado eu tinha conseguido mais, não que um substitua o outro porque cada amigo é diferente, mas fui me sentindo menos sozinha. E, além, de tudo isso, aquelas meninas, do meu ballet, são minhas amigas por um motivo: todas nós vemos o ballet como um escape; algumas mais que as outras, mesmo a que é mais pressionada pela família para dançar simplesmente ama isso.

E quanto ao meu exame? Eu não sei se eu fui muito bem, para falar a verdade, mas faz parte, todo mundo erra, eu não tenho pressa nenhuma em me formar e ser profissional, aliás, nem sei se algum dia vou chegar a ser profissional, o que me importa não é ser muito boa ou muito ruim, porque eu sou jovem, e mesmo se não fosse, não entrei nessa para me preocupar com as coisas. Não quero que o ballet seja algo que me tire o sono ou me perturbe, quero que ainda seja aquela coisinha sagrada, que me faz esquecer que eu tenho vida fora daquela sala cheia de espelhos.

Na minha opinião, todo mundo deveria ter uma válvula de escape da realidade. Algo que faça com que você se sinta leve.

Uma vez li num livro que, ao mesmo tempo que insustentável, a leveza é essencial. Por isso acredito no equilíbrio, como já falei em algum outro post, a vida não pode ser leve demais nem pesada demais.

E você? O que faz com que você se sinta leve, feliz, tranquila (o) e/ou segura (o)?

Besitos, Carol.

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Medos e Inseguranças

Eu não sei vocês, mas eu tenho um problema com motivação: coisas que eu gosto de fazer e simplesmente não tenho vontade de fazer. Provavelmente seja algo para se discutir em alguma terapia, mas eu tenho medo de ir em psicólogos e afins. Nem perguntem o porquê.

O que acontece é que todos nós somos cheios de medos e receios e geralmente não queremos enfrentar isso; o meu problema com motivação, por exemplo, é puro medo. Aliás, medo e insegurança são sentimentos que todos nós confundimos e sabe como se descobre a diferença? Enfrentando aquilo que você acha que é medo.

Sentir medo e insegurança na adolescência é muito normal, afinal, nós estamos em constante mudança e não temos certeza de nada na nossa vida e isso faz parte do nosso processo de amadurecimento, não que quando formos adultos não teremos inseguranças e medos nunca mais, só diminui um pouco. Na realidade, eu uso o termo “adulto” e “adolescente”, mas muitas pessoas só se descobrem depois de adultas, isso não tem nada a ver com a idade.

Toda a imprevisibilidade do nosso futuro sempre vai nos acompanhar, pra onde quer que formos, o importante é fazer dela uma boa amiga e não uma inimiga.

Conheço gente que morre de medo de mudanças, de ser esquecida (o), de acabar sozinho (a) e por aí vai, todo mundo tem seus próprios medos e isso afeta a vida de cada um de um jeito único, cabe a nós simplesmente não deixar que isso nos afete tanto e começar, mesmo que com passos pequenos, a enfrentar tudo isso.

Afinal, ainda temos muito o que viver e não vai ser aquela insegurança ou medo bobos que vai te impedir de ser um pouquinho feliz, pra sempre ou até mesmo por um pequeno momento que se tornará eterno na sua lembrança.

Tem medo de altura? Pule! A adrenalina da queda vale a pena no final das contas. Tudo aquilo que você se priva de sentir por medos e inseguranças podem ser experiências tanto positivas como negativas, mas tudo isso pode acrescentar alguma coisa em quem você é.

E aí, quais são seus medos e inseguranças? Divide comigo, ou simplesmente enfrente-os que já será de bom tamanho. Aliás, quais foram os medos que vocês já enfrentaram e depois perceberam quão bobo aquilo era?

Besitos, Carol Thaís.