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Whish List de Natal e Aniversário

Oláaa pessoa, estou de volta (mais uma vez) e de fériaaaaas (aêeeee). Finalmente férias, depois de um ano tão complicado e tão corrido chegaram minhas merecidas férias. Sim, acabei o ensino médio e fiz todos os meus 6 (sim, SEIS) vestibulares e o Enem, agora é só esperar os resultados para decidir meu futuro #ansiosa. Mas enquanto o futuro não vem, vamos falar sobre o presente. Vamos falar literalmente sobre presentes haha. Assim como o natal, o meu aniversário de 18 anos também está chegando, e eu resolvi preparar uma Wish List de Natal/Aniversário. Se alguém quiser me mandar algum presente é só falar nos comentários que eu deixo meu endereço, ok?! hahah

1) Vara para Celular

Gente, tenho que confessar que estou louca para entrar nessa nova moda de selfies com essa vara haha. Não pela “modinha”, mas eu acho muito legal porque ela faz com que a foto tenha um alcance maior da imagem fazendo com que caibam mais pessoas na foto. Dependendo do lugar que você for comprar não é tão caro, eu já encontrei no centro de SP por 70,00 mas já vi algumas pessoas comentando na internet que pagaram 40,00.

 

2) Amplificador Acústico para iPhone

Não existe acessório melhor para quem ama ouvir música alta e dançar pelo quarto inteiro né. Não gosto muito de usar fones de ouvido em casa, eu prefiro um som mais amplo e nada no meu ouvido me incomodando, então esse amplificador é um sonho pra mim, pois assim eu não preciso ficar carregando meu celular na mão para todos os cantos da casa só por causa da música. O preço também varia muito, claro que na loja oficial da Apple custa bem mais, mas em lojinhas de eletrônicos chega a custar em torno de 50,00 pra cima.

3) Batom Nars Pure Matte

Chega de eletrônicos, vamos falar sobre maquiagem e sobre como estou apaixonada por esse vermelhão da Nars. Eu não sei se o preço é tabelado, mas na loja Sephora é 115,00, é bem carinho por que é da Nars, mas com certeza existem batons do mesmo tom de outras marcas mais baratas.

 

4) Óculos de Sol em Formato de Coração

Meigo. Eu já amo óculos de sol e ainda com essa novidade, estou apaixonada por essa moda. Eu já procurei em vários lugares e nunca achei, aí uma amiga veio me falar que tem na Chilli Beans e custa mais ou menos uns 200,00.

 

E vocês, qual a wish list de natal de vocês deste ano? Deixem aqui nos comentários. Beijinhos, Roberta.

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Teve Copa Sim

Sim, vamos falar sobre a Copa. Sim, eu também estou entupida de futebol nas últimas semanas. E, por fim, não, eu nem gosto tanto assim de futebol.

É importante que vocês entendam que tudo o que eu falo aqui é só a minha insignificante opinião, logo, se você não concorda, respeite já que ninguém é obrigado a pensar igual e eu, que só tenho 17 anos, posso não estar certa da mesma forma que muita gente nesse mundão não está.

 Vamos começar pelo básico: é claro que tem política envolta nesse tipo de evento, assim como nas olimpíadas e nos eventos de abrangência internacional, então é muito idiota esse mi mi mi todo que algumas pessoas fazem por causa disso.

E pode parecer muito repetitivo mas a questão é que: se você tinha a intenção de parar a realização do evento, você deveria ter feito isso sete anos atrás, quando fora anunciado o país sede, de forma civilizada, é claro. O nosso país não estava preparado estruturalmente naquela época e, agora, sete anos depois, não mudou muita coisa, mas, vem cá, colega, de que adianta protestar na frente dos estádios durante os jogos? Nada. Sério. Você não vai chamar atenção das autoridades da forma que você quer, além de aparecer na mídia internacional de uma forma igualmente estúpida, a não ser que esse seja seu objetivo, se for, bom trabalho.

Outra coisa de gente besta, que deu uma vergonha alheia danada, foi a vaia na abertura, me chame de petista (?), esquerdista ou só mala, mas mala mesmo foi esse pessoal que vaiou a nossa presidenta. Eu sei que muita gente não votou nela, e é claro que cada um tem direito de ter a sua opinião, mas o que você faz quando, na sua casa, alguém não aceita sua sugestão de filme, por exemplo? Você respeita. Não é muito diferente quando se trata do seu país. Muita gente votou na Dilma, da mesma forma que muita gente votou contra, venceu a maioria e ponto. Aceita que dói menos.

Também teve aquela galera que disse que “quem vaiou foi a elite branca que pode pagar pelos ingressos da copa”. Conheço muita gente pobre que vaiaria se estivesse lá e vaia em qualquer oportunidade. A classe social influencia, sim, na forma de pensar, mas não é um fator determinante. Ok, agora, vem cá e deixa eu te contar um negócio: a maioria das pessoas naquele estádio certamente tinha uma condição financeira melhor, mas, na minha opinião, eles não devem ser julgados por vaiar, não concordam com o governo e essa foi a forma de protesto, devem ser julgados como pessoas que não sabem respeitar. Eu acho muito massa mesmo ter oposições de ideias entre as pessoas, mas acho horrível quando as pessoas não sabem se opor. Vamos lá, o que custa respeitar o outro?

O que não faltou nessas semanas foram posts em tudo quanto é site falando das opiniões dos estrangeiros que vieram ver a copa e o feedback foi extremamente positivo. Pode ser só pra inglês vê, mas e daí? 

Ninguém prometeu um país perfeito antes ou depois da copa. Tudo já foi construído e, conhecendo o povo brasileiro como conhecemos, será muito provavelmente usado. As melhorias no metrô (pelo menos nos de São Paulo), por exemplo, foram poucas, mas quem sabe não é um começo? Um pontapé inicial para que alguém faça algo, sei lá, só jogando uma ideia ao vazio (candidatos a governador)

De qualquer forma, essa é a minha opinião (tá ficando repetitivo, mas eu gosto de falar enfatizar) e espero que, mesmo que não concorde, respeite. Não coloquei exatamente tudo o que eu penso, senão escreveria umas trinta páginas, mas esse é um resuminho.

Obrigada por lerem, se sentirem a vontade comentem (se não se sentir a vontade, comente também).

Isso é tudo, pessoal.

Besitos, Carol

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Recomeço

Eu me sinto muito muito muito (add infinito) envergonhada de estar postando aqui depois de tanto tempo. Sério, eu nem entro no blog mais e desculpa por isso. O wordpress mudou todo o layout do site e eu nem sabia, a Roberta postou sobre o show da Demi e eu nem li, ok, acho que deu pra ter uma leve ideia.

Eu poderia dar mil desculpas e dizer que estava super atarefada durante todos esses meses, mas é uma desculpa tão batida que acho que nem cola mais. Sendo assim, vamos aos motivos que me levaram a essa grande e não intencional pausa:

1. Memória. Eu realmente esqueci que tinha o blog por um grande período de tempo e, quando lembrava, pensava que poderia escrever depois;

2. Escola. Não que eu seja super estudiosa e esteja conseguindo estudar para o vestibular, logo não tenho tempo, ou que a minha escola mande tantos trabalhos que eu não faça nada senão isso. A verdade é que os meus professores estão sendo uns amores (alguns) e raramente pedem algum trabalho que realmente pegue uma parte do meu tempo. Ah, Caroline, então por quê você colocou a escola como um dos motivos desse seu afastamento? Simples: embora eu não esteja fazendo nada das coisas que me deixa ocupada, eu tento fazê-las e é nesse tentar ser organizada para conciliar coisas como o blog e os estudos é que eu me atrapalho toda e acabei dando prioridade à escola;

3. Tempo. Esse malandrinho do tempo anda voando em minhas mãos, deve ser por isso que eu sinto como se tivesse fazendo pouquíssimas coisas;

4.Vida. Parafraseando um amigo meu: “A vida é uma piranhuda.”. E ela é mesmo, é meio óbvio que eu tenho uma vida fora do computador (embora não pareça), então, eu venho me preocupando mais em viver minha vida, sair com meus amigos e me divertir mais, tentar mudar um pouco o jeito de ver as coisas, mas acho que aprofundaria isso em outro post.

Enfim, esses foram os meus motivos. A essa altura do campeonato você deve estar pensando que tudo isso foi uma bosta e que era melhor eu ter ficado sem escrever nada mesmo, devo dizer que meio que concordo contigo. 

Como gosto de ser do contra, quero escrever mais, já que, entendam a gravidade da situação, ultimamente não tenho escrito nada, juro, a última coisa que eu escrevi foi aqui, há 520 anos atrás, então desculpa se esse texto estiver uma merda, é falta de prática.

A questão é que nesses meses que fiquei sem escrever, tanta coisa mudou na minha vida, umas para melhor, outras não tenho certeza ainda, e eu simplesmente não dividi de uma das formas que eu mais gosto: escrevendo aqui. Acredito que todos precisamos mesmo de um tempo as vezes e realmente não faz mal a ninguém, mas quando você começa a se afastar de todas as coisas que você ama, tem que vir de dentro e dar um basta.

Foi mais ou menos o que rolou comigo, como eu já disse, muita coisa aconteceu na minha vida e todas essas coisas e sentimentos foram se acumulando dentro de mim até eu não ter vontade de não fazer mais nada, além de já ter me afastado da escrita, me afastei da dança e, nessa semana chegou a um ponto insustentável. Eu estava afastando tudo o que antes me fazia bem porque elas não estavam mais me fazendo feliz. Fui perdendo a vontade de fazer as coisas a ponto de não me reconhecer mais, sério. 

Entretanto, cá estou eu, escrevendo aqui e tentando dar o primeiro passo para esse grande sacode que to querendo dar em mim mesma. Não vou mentir pra vocês que falar que com certeza eu vou postar toda semana agora e com vários temas diferentes e nem vou fazer essa promessa pela Roberta também, mas quero tentar, isso eu posso garantir.

Subir quando se está afundando requer uma força de vontade muito grande, e é o que eu espero ter. Quero muito que esse blog me ajude nessa, então, se algum de vocês (se é que ainda tem gente que lê o blog ou espera por atualização [se tem, mil desculpas mesmo, sério, nem me deixa saber disso que eu vou me sentir pior -mentira, pode comentando aí]) já passou por uma fase como a que estou passando, tiver algum conselho ou só algum comentário aleatório, não se prenda a vergonha e, por favor, comente, isso nos deixará muito feliz.

Isso é tudo, pessoal.

Besitos, Carol.

 

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Cabelo: Selena Gomez

Eu sei que eu não posto aqui há um tempo, e me desculpem por isso, dessa vez posso até culpar um pouco o tempo, mas a preguiça tem sua parte nessa história também. Como eu sempre posto textos falando de coisas chatinhas e a Roberta sempre posta sobre moda, fotografia, essas coisas empolgantes, eu resolvi fazer um post sobre uma coisa empolgante: cabelo.

Tá, talvez não seja tããão empolgante assim, mas é um tipo de post e escrita diferente, e como estou numa fase de tentar fazer coisas diferentes do normal, resolvi fazer isso.

Nesse post eu vou falar de um tipo específico de cabelo, e vou (tentar) postar um tipo diferente a cada mês. Esse mês, vou falar do meu tipo de cabelo: meu cabelo é basicamente liso na raiz e enrolado no comprimento e nas pontas. Não é meu tipo de cabelo favorito, mas fazer o quê, né, genética?Quem tem o cabelo mais ou menos assim é a Selena Gomez.

hair selena

 

Então, esse cabelo é meio de lua, sabe? As vezes você acorda e ele tá lindo, maravilhoso, e as vezes você acorda e ele tá um nojinho (muito frequente esse último, experiência própria), daí eu resolvi pegar três fotos pra mostrar pra vocês o que fica legal de se fazer num bad hair day, com um cabelo desses: cheio, volumoso, enrolado. Acho legal a maioria das coisas que a Selena faz no cabelo dela, ela sabe driblar bem o volume e nem dá pra perceber quando ela teve trabalho pra deixar bonito o cabelo. É claro que se eu tivesse o mesmo dinheiro, meu cabelo seria bem mais fácil de lidar, mas nem o dinheiro muda sua genética.

1. Coque alto.

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Esse coque é o tipo acorde-e-fiz. Eu faço toda hora porque é mais prático mesmo, é só você juntar seu cabelo como se fosse fazer um rabo de cavalo e vai enrolando até as pontas, gira tudo e prende com qualquer elástico (que segure, claro) e voilá. Fica bom pra ir em qualquer lugar mais casual e rápido, e dá pra ir pra escola também.

2. Meio preso

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Eu amo fazer esse penteado quando tem algumas coisa mais chique, um casamento, uma festa de aniversário, uma formatura, ou só pra ir no shopping mesmo. O bom é que serve pra fazer qualquer coisa. Você prende a parte de cima do cabelo como se fosse começar a fazer um rabo de cavalo, só que deixa duas mechas soltas na frente, prende o começo de rabo de cavalo com um elástico e prontinho!

3. Trança largadinha

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Esse também dá pra ir em qualquer lugar e é tão fácil e rápido de fazer quanto os outros penteados. Você começa a fazer a traça mais em cima, no meio da cabeça, procure fazer bem apertadinha, e vai direcionando para um lado, quando você terminar, prende com um elástico e vá afrouxando os gominhos e o resto do cabelo, a parte mais curta do lado contrário de onde tá a trança vai soltar normalmente, é só você dar uma ajeitadinha e ta-dá: uma trança largadinha.

Enfim, gente, foi isso, espero que tenham gostado, comentem, por favor, isso nos deixa muito muito feliz.

Até a próxima.

Besitos, Carol

 

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Ballet

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Eu estava passando por um momento um tanto quanto difícil, sabe? Me sentia inútil, mesmo tendo a escola; todos os meus amigos faziam alguma coisa menos eu. Daí veio a ideia: começar a assistir aulas de ballet.

Sempre gostei e fiz ballet, mas estava parada há, mais ou menos, uns 6 anos, então resolvi voltar, começar do zero. Então, há quase 8 meses quando eu começo a aula, o alongamento, aquela musica clássica entrando na minha cabeça, tudo desaparece. Esqueço meus problemas para me concentrar em fazer o passo certo e aprender como controlar minha postura. Durante uma hora, duas vezes por semana eu faço isso, e tem me feito muito bem.

Além de ter ajudado bastante a minha saúde mental, o ballet tem suas vantagens na saúde física: melhora a postura, a flexibilidade, a resistência, você aprende a lidar melhor com a dor física – que, acredite, é bem grande, principalmente no começo – e com a pressão e emagrece (se você for magrela que nem eu também tem uma vantagem: cria corpo).

Enfim, quando eu pensei em fazer as aulas não pensei muito em ser uma bailarina e dançar para famosas companhias, mesmo porque já estou velha demais pra isso,não pensei em chegar já arrasando e colocando sapatilha de ponta e fazendo aqueles passos dificílimos que a gente vê no we ♥ it, pensei só que estaria fazendo algo que eu gostava, e cada progresso e evolução já seria lucro.

Essa semana fiz meu exame para passar de ano e, uma semana antes, quando eu perguntei para a minha professora em que ano eu estava e para qual ano eu ia, só pra saber o nível de dificuldade, ela falou que era para eu estar indo pro primeiro, mas que ela ia me colocar no primeiro e eu ia fazer prova pro segundo. Confuso? Tá, vou simplificar: ela me pulou um ano, então fiz exame para ir para o segundo ano. Ainda na semana passada, conversando com uma amiga, do ballet mesmo, falei que achava que ela tinha me pulado por dó, por causa dos meus problemas de saúde (nada sério, só um probleminha na coluna que me faz ter uma dificuldade que eu não teria se tivesse a coluna retinha) e ela me falou que talvez eu tenha interpretado errado; talvez ela tenha me avançado porque acha que eu sou capaz de me esforçar mais ano que vem e colocar a ponta, que eu sou capaz de superar uma dificuldade que meio que não tem cura.

Foi quando eu me dei conta de que eu não tinha conseguido só um hobbie, um escape da minha vida e dos meus problemas, tinha adquirido amigas também. Estou tão acostumada a ser pessimista e fatalista que não percebi que, embora alguns outros amigos antigos tenham me deixado pra trás, ou se afastado eu tinha conseguido mais, não que um substitua o outro porque cada amigo é diferente, mas fui me sentindo menos sozinha. E, além, de tudo isso, aquelas meninas, do meu ballet, são minhas amigas por um motivo: todas nós vemos o ballet como um escape; algumas mais que as outras, mesmo a que é mais pressionada pela família para dançar simplesmente ama isso.

E quanto ao meu exame? Eu não sei se eu fui muito bem, para falar a verdade, mas faz parte, todo mundo erra, eu não tenho pressa nenhuma em me formar e ser profissional, aliás, nem sei se algum dia vou chegar a ser profissional, o que me importa não é ser muito boa ou muito ruim, porque eu sou jovem, e mesmo se não fosse, não entrei nessa para me preocupar com as coisas. Não quero que o ballet seja algo que me tire o sono ou me perturbe, quero que ainda seja aquela coisinha sagrada, que me faz esquecer que eu tenho vida fora daquela sala cheia de espelhos.

Na minha opinião, todo mundo deveria ter uma válvula de escape da realidade. Algo que faça com que você se sinta leve.

Uma vez li num livro que, ao mesmo tempo que insustentável, a leveza é essencial. Por isso acredito no equilíbrio, como já falei em algum outro post, a vida não pode ser leve demais nem pesada demais.

E você? O que faz com que você se sinta leve, feliz, tranquila (o) e/ou segura (o)?

Besitos, Carol.

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AAAAH, O VERÃO!

“VERÃO:

O cabelo fica mais leve.
A pele fica mais escura.
A água fica mais quente.
A bebida fica mais gelada.
A música fica mais alta.
O dia fica mais longo.
A vida fica melhor.”

Vinte e um de dezembro, essa é a data que dá início a melhor estação do ano, o verão. Já que o verão vai entrar neste sábado, resolvi fazer um post falando porque o verão é minha estação do ano preferida e sobre as coisas que eu mais amo no verão.
Mas antes de começar o post, quero pedir desculpas (mais uma vez) por ficar tanto tempo sem postar aqui, e prometo que nós vamos tentar estar sempre atualizando o blog agora. Depois de algumas conversas, decisões foram tomadas e novas ideias surgiram para melhor o blog e mante-lo atualizado com mais frequência. Mas anyway, vamos ao assunto principal.

PRAIA

Meu Deus, como eu A-M-O praia. Sério, um dos meus maiores sonhos é um dia poder ir morar no litoral, nem que seja quando eu já estiver velhinha, mas eu quero poder acordar todos os dias e me deparar com o mar. Sou louca por praia desde bem pequena, aliás acho que desde quando eu estava na barriga da minha mãe eu já devia gostar da areia e da água salgada. Tenho várias fotos aqui em casa da minha mãe, com aquele barrigão enoooooorme que até parecia que tinha duas de mim lá dentro, na praia. Os meus pais também sempre gostaram muito de praia, consequentemente eu fui criada na praia aos finais de semana e feriados. Nós íamos muito a praia, e eu nunca enjoava. Ficava a tarde toda construindo castelos de areia (já era apaixonada por castelos também) ou pulando as ondas no mar. Oque é outra coisa um tanto quanto interessante sobre mim, enquanto a maioria das crianças morria de medo do mar e da fúria que ele aparenta ter, eu amava aquela imensidão de água. Eu sempre queria ir para o fundo do mar, sem me importar com qualquer tipo de perigo que eu poderia passar.
Para mim, nada traz mais paz e liberdade do que o mar, os pés descalços na areia, e a brisa do litoral. Por morar em cidade grande, ter uma vida agitada, corrida e estar sempre (sempre mesmo) com pressa, sinto uma vibração muito positiva quando sinto a brisa do mar, o sal no cabelo, e o sol queimando a pele.

BRONZEADO

É uma consequência de passar o verão na praia, é uma consequência que eu amo. Minha pele já é meio bronzeada, mas eu amo ficar com marquinha de biquini e a pele ainda mais morena. Nada de preconceito ou racismo, mas eu acho mais bonitinho os de pele morena do que os de pele branquela. O tom bronze dá uma impressão de saúde ao contrário da pele que é muito branca que dá a impressão de anemia :/ Os branquinhos e loirinhos que me perdoem, mas a pele morena é bem mais sexy :p

SHORTS
Minha peça de roupa preferida é o shorts. Além de bonito acho muito confortável e prático. Existem vários tipos de shorts para pessoas de todos os estilos e para todas as ocasiões, desde ir alí na casa da avó até para ir a um barzinho de noite com os amigos. Os que eu mais gosto são aqueles mais larguinhos nas pernas e de cintura média ou alta, acho que eles ficam melhores no meu corpo por ter o quadril largo e pernas grossas. Separei alguns modelos para vocês verem e se inspirarem na hora de montar algum look.

shorts

FESTAS DE FIM DE ANO

Natal e ano novo, me sinto muito bem nessas duas datas. Ok, acho o natal um pouco triste, mas é quando quase toda a minha família se reúne, tanto por parte de mãe como por parte de pai, e isso não é uma coisa que nós fazemos com muita frequência. Digo, mesmo nos churrascos ou em pequenas reuniões sempre está faltando alguém, mas no natal não, no natal isso muda. E sim, eu prefiro o réveillon. Além dos (lindos) fogos de artifício, da champanhe, e da roupa branca desejando paz para todos, tem aquela espiritualidade de ano novo. Apesar de ter uma religião definida que não é a espírita, ainda prefiro a espiritualidade que acontece no réveillon, do que na religiosidade do natal. Sei que é um pouco confuso ou até contraditório, mas eu gosto muito de acreditar em sonhos, e ser positiva em qualquer situação, e o espiritualismo traz isso. Sempre que se inicia um novo ano as pessoas fazem promessas e planos de serem pessoas melhores, renovam suas esperanças e seus sonhos acredintando que essa nova temporada da vida será melhor. Ainda assim acho que não deveria ser necessário o início de um novo ano para que as pessoas acreditem num amanhã melhor, afinal não há data certa para recomeçar, para ser uma pessoa melhor e nem para fazer o bem. Mas de qualquer forma, se só isso as motivam, pelo menos isso as motivam.

FÉRIAS

Além de tudo isso, durante o verão estamos em casa, longe da escola e (alguns) longe do trabalho. Sem horário para dormir ou acordar, poder sair sem preocupação com a hora de voltar até porque o dia dura mais do que a noite, viajar, tempo para fazer oque se deseja ao invés de trabalhos chatos. Existe coisa mais feliz do que isso?

Mas e você, qual a sua estação do ano preferida e por que? Conte tudo nos comentários. Beijinhos, Roberta 🙂

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Medos e Inseguranças

Eu não sei vocês, mas eu tenho um problema com motivação: coisas que eu gosto de fazer e simplesmente não tenho vontade de fazer. Provavelmente seja algo para se discutir em alguma terapia, mas eu tenho medo de ir em psicólogos e afins. Nem perguntem o porquê.

O que acontece é que todos nós somos cheios de medos e receios e geralmente não queremos enfrentar isso; o meu problema com motivação, por exemplo, é puro medo. Aliás, medo e insegurança são sentimentos que todos nós confundimos e sabe como se descobre a diferença? Enfrentando aquilo que você acha que é medo.

Sentir medo e insegurança na adolescência é muito normal, afinal, nós estamos em constante mudança e não temos certeza de nada na nossa vida e isso faz parte do nosso processo de amadurecimento, não que quando formos adultos não teremos inseguranças e medos nunca mais, só diminui um pouco. Na realidade, eu uso o termo “adulto” e “adolescente”, mas muitas pessoas só se descobrem depois de adultas, isso não tem nada a ver com a idade.

Toda a imprevisibilidade do nosso futuro sempre vai nos acompanhar, pra onde quer que formos, o importante é fazer dela uma boa amiga e não uma inimiga.

Conheço gente que morre de medo de mudanças, de ser esquecida (o), de acabar sozinho (a) e por aí vai, todo mundo tem seus próprios medos e isso afeta a vida de cada um de um jeito único, cabe a nós simplesmente não deixar que isso nos afete tanto e começar, mesmo que com passos pequenos, a enfrentar tudo isso.

Afinal, ainda temos muito o que viver e não vai ser aquela insegurança ou medo bobos que vai te impedir de ser um pouquinho feliz, pra sempre ou até mesmo por um pequeno momento que se tornará eterno na sua lembrança.

Tem medo de altura? Pule! A adrenalina da queda vale a pena no final das contas. Tudo aquilo que você se priva de sentir por medos e inseguranças podem ser experiências tanto positivas como negativas, mas tudo isso pode acrescentar alguma coisa em quem você é.

E aí, quais são seus medos e inseguranças? Divide comigo, ou simplesmente enfrente-os que já será de bom tamanho. Aliás, quais foram os medos que vocês já enfrentaram e depois perceberam quão bobo aquilo era?

Besitos, Carol Thaís.